O senador Cleitinho (Republicanos-MG) segue em suspense sobre uma possível candidatura ao governo de Minas Gerais. Com mais quatro anos garantidos no Senado, ele teria a segurança de poder disputar o pleito sem risco de ficar sem mandato.
Pesquisas recentes no estado indicaram vantagem de Cleitinho sobre eventuais concorrentes citados pelo meio político, como o governador Mateus Simões (PSD), o senador Rodrigo Pacheco (PSB) e Gabriel Azevedo (MDB).
Apesar disso, representantes da direita, do centro e da esquerda têm divulgado razões para que o senador desista da disputa. Um argumento frequente é que ele deve permanecer no Senado, onde já tem visibilidade e atuação parlamentar.
Outros opositores destacam a ausência de experiência em cargos executivos como risco em uma campanha marcada por ataques constantes e por um escrutínio detalhado da vida pessoal, carreira e negócios do candidato.
Há ainda quem sustente, de forma mais direta, que Cleitinho próprio poderia considerar-se inapto para administrar um estado com a complexidade de Minas Gerais.
As justificativas e a 'torcida' pela desistência foram relatadas ao PlatôBR nas últimas semanas por atores políticos de diferentes espectros. Até o momento, o senador não formalizou decisão sobre a candidatura.